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sábado, 11 de julho de 2009

Tapão na Cara em Camera Lenta

Vecê caro leitor, participaria de um teste desse?
Bom, se um tapa causou todo esse movimento, eu fico imaginando oque seria um soco..

Este é um achado pelo Youtube que julguei interessante!
Espero que todos gostem, Até a próxima.

Há futuro para a ficção científica?



O avanço da ciência está matando a criatividade dos escritores? Refilmagens como o novo “O dia em que a Terra parou” são a prova da falta de boas e novas histórias do gênero? Saiba o que autores como William Gibson e o astro Keanu Reeves pensam a respeito da polêmica

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Anos atrás, fui mandado a Londres para entrevistar Carl Sagan, o astrônomo norte-americano. Ele era famoso por sua série de livros populares de ficção científica, a bem-sucedida série de televisão "Cosmos" e o romance "Contato", que depois seria transformado em um filme com Jodie Foster. Extremamente impressionado com a suíte de Sagan, já cara a cara com o homem, perguntei o que ele preferia: ciência ou ficção? "Ciência", ele respondeu, sem hesitar. "Ela é mais estranha do que a ficção."

Isso foi há duas décadas. Desde então, nós descobrimos que 73% da massa e energia do Universo tem a forma da misteriosa "energia escura", uma matéria invisível cuja gravidade repulsiva está apressando a expansão cósmica. Descobrimos microorganismos sobrevivendo em escuridão total, quilômetros abaixo de rocha sólida e até no centro de reatores nucleares. E vimos surgir a teoria das supercordas, que mostra os últimos blocos de matéria como "cordas" extremamente pequenas, que vibram em um espaço com dez dimensões. Se a ciência era mais estranha do que a ficção quando Sagan falou comigo, é ainda mais estranha agora.

Isso levou alguns a declararem que a ciência e a tecnologia estão evoluindo tão rapidamente que é impossível para a ficção científica acompanhá-las. No passado, os autores do gênero falharam de forma memorável ao não preverem o transistor, cuja diminuição ano a ano permitiu aos computadores conquistarem o mundo moderno. No futuro, segue o argumento de que será ainda mais difícil para os escritores de ficção preverem os avanços tecnológicos que irão transformar nossas vidas. O gênero, dizem as más línguas, está morto. Se ainda não, em fase terminal.

"A discussão se a ciência tornou a ficção obsoleta vem acontecendo em convenções de ficção científica desde que eu participo delas", diz John Cramer, um escritor do gênero e físico da Universidade de Washington, em Seattle (EUA). "Eu até me lembro, talvez há coisa de 15 anos, da afirmação de um proeminente editor de que o programa espacial havia tornado desnecessária a ficção científica baseada em viagens espaciais", afirma Cramer. Tais opiniões parecem ser uma resposta às declarações recorrentes de que a própria ciência está morta ou morrendo. A mais famosa delas foi feita pelo físico Lord Kelvin, em 1900, quando disse: "Não há nada na física para ser descoberto atualmente. Tudo o que resta são medições mais precisas".

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Eventos como esse me chamam a atenção!

Por este, ficamos por aqui, o primeiro post de muitos no futuro.

Até a próxima